Mariana Bernardino Ferreira participará na Conferência Europeia de 2026 da ITechLaw – International Technology Law Association, que decorrerá entre 21 e 23 de outubro, no Copenhagen Marriott Hotel, em Copenhaga.
A conferência reúne profissionais de diferentes jurisdições para analisar os desafios jurídicos, regulatórios e contratuais associados à evolução tecnológica, conjugando reuniões de comités especializados, painéis temáticos e sessões de discussão em pequenos grupos.
A inteligência artificial ocupa um lugar central no programa, com sessões dedicadas à sua utilização por departamentos jurídicos e sociedades de advogados, às questões éticas que coloca à prática jurídica e à responsabilidade por operações realizadas através de agentes de IA. Serão igualmente discutidas diferentes abordagens regulatórias aos sistemas de IA de risco elevado e as implicações da utilização de IA no desenvolvimento de software.
O programa abrange ainda a contratação de serviços tecnológicos, incluindo outsourcing, cloud e SaaS, a gestão da dependência de fornecedores e dos mecanismos de saída contratual, bem como a articulação entre a Diretiva NIS2, o Regulamento da Ciber-Resiliência e o DORA. A aplicação do Regulamento dos Dados, os desafios da computação quântica nas áreas da propriedade intelectual e da cibersegurança e a soberania tecnológica integram também os temas em debate.
No âmbito da conferência, Mariana Bernardino Ferreira será facilitadora, juntamente com Katarzyna Szczudlik, sócia da Schoenherr em Varsóvia, da roundtable “Building a Personal Brand in a Crowded Technology-Law Market”. A sessão proporcionará um espaço de partilha de experiências e perspetivas sobre a construção de uma identidade e reputação profissionais na área do direito da tecnologia.
Esta participação dá continuidade ao envolvimento de Mariana Bernardino Ferreira na ITechLaw, onde tem intervindo como oradora e moderadora em conferências e iniciativas internacionais. A troca de conhecimento e o contacto com profissionais de diferentes mercados contribuem para o acompanhamento de matérias com dimensão transfronteiriça, em áreas nas quais a evolução tecnológica exige uma articulação crescente entre enquadramentos jurídicos e realidades empresariais.